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Voltando ao mar – Parte 1

VOLTANDO AO MAR

Introdução

Este estudo vai nos fazer refletir sobre o chamado de Jesus para o maior e mais honroso trabalho: ser pescadores de homens. Mas para esse trabalho, vamos entender que o Senhor não chama apenas os cultos e entendidos. Ele chama àqueles que sentirão o queimar de suas palavras em seus corações e estarão dispostos a enfrentar o mar espiritual para resgatar vidas preciosas.

 

A vida na região do Mar da Galileia

O mar da Galileia, na verdade é um lago de água doce, formado pelo Rio Jordão. Foi chamado de “mar” por sua considerável extensão. Mede 23.613 metros de comprimento, desde a entrada do Jordão até a sua saída. A maior largura é de 13.890 metros. Está a 225 metros abaixo do nível do mar Mediterrâneo. A princípio era conhecido como mar de Quinerete (Nm 34.11). Mais tarde passou a ser chamado de lago de Genesaré (Lc 5.1), mar da Galileia e Tiberíades (Jo 6.1).

Por muito tempo, pescadores exploravam a variedade de peixes encontrados ali. É possível que no portão do Peixe em Jerusalém, houvesse um mercado de peixes, vindos da Galileia (Nm 3.3). O sustento de muitas pessoas vinha do que era pescado no grande lago. A cidade de Betsaida (do aramaico, “casa de pesca” ou “casa do pescador”), próxima ao mar da Galileia, era conhecida por suas grandes indústrias de peixe, onde o peixe pescado era secado e salgado, ou colocado em conserva. Esse produto era distribuído por todo o Israel e fora dele. Portanto, pescar e comercializar peixe era um grande e importante negócio na Galileia nos tempos de Jesus. Mesmo assim, a pesca não era riqueza garantida para todos. O governante, nomeado por Roma, controlava os portos e todos os recursos naturais do território. Era provável que uma elite se beneficiasse mais com os lucros do que o povo que fazia a maior parte do trabalho. Inclusive, parte da pesca era dada como imposto pela licença de pescar.

 

Jesus chama os primeiros discípulos no mar

Jesus chega ao mar da Galileia, diante de um contexto econômico e social bem difícil, para escolher os seus primeiros discípulos. Apesar de muito trabalho e também dificuldades, os primeiros discípulos tinham na pescaria o seu meio de vida, a sua fonte segura de renda.

 

Andando à beira do mar da Galileia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Eles estavam lançando redes ao mar, pois eram pescadores. E disse Jesus: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens”.  No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram. Mateus 4. 18,19,20

 

Os primeiros discípulos que Jesus chama, são Simão e André, dois irmãos pescadores. O impacto do chamado do Senhor foi tão forte, que ambos deixaram tudo para seguí-lo. Deixaram seu negócio, sua renda segura, o sustento de suas famílias, a profissão de uma vida, para serem “pescadores de homens”. Para muitos naquele momento e época, era uma loucura total, uma proposta absurda. O que seria ser “pescadores de homens”? Mas Jesus lançou a decisão de escolha para eles, e este momento foi definitivo para mudar completamente o rumo da vida deles. E não havia tempo para pensar, consultar a família, perguntar para os sócios da pesca o que achavam. Jesus estava passando com seus milagres e com uma multidão que o seguia. Aquele era o momento e poderia não haver outro. Eles tinham projetos e sonhos ali, naquele mar, naquelas ondas, naqueles peixes; mas também se frustravam com a escassez de pesca, tempestades, perigos e prejuízos. Jesus ofereceu-lhes um novo “mar”, um “mar desconhecido” e uma “nova pescaria”. Se naquele momento, Simão e André não tivessem feito a escolha de seguir a Jesus, quem sabe teriam morrido pescadores e desconhecidos. As palavras dirigidas a eles foram como um despertar da mente para o que realmente vale a pena lutar. O Senhor não deu explicações ou apresentou milagres para impressioná-los e convencê-los, mas as palavras lançadas perturbaram as emoções deles.

Primeiros pontos que poderíamos destacar aqui são:

 

1)    Todos nós precisamos de um momento para refletir sobre a direção em que estamos levando as nossas vidas. Jesus nos alerta a parar e refletir: “Sigam-me e eu os farei pescadores de homens”. Ele quer revolucionar a história das nossas vidas.

2)    Até quando ficaremos hipnotizados pela nossa rotina de trabalho e prazer? Qual o significado que estamos dando para nossas ações? O que temos feito que pode impactar vidas, a história, a cidade, a nação?

 

Seguindo adiante. No mar da Galileia, Jesus ainda chamou mais dois pescadores: Tiago e João, filhos de Zebedeu. Eles estavam no meio do trabalho, as redes precisavam estar prontas para a pesca e o pai precisava deles. Mas, ouvindo o chamado, deixaram tudo para segui-lo. Mateus nos conta como foi:

 

Indo adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Eles estavam num barco com seu pai, Zebedeu, preparando as suas redes. Jesus os chamou, e eles, deixando imediatamente seu pai e o barco, o seguiram. Mateus 4.21,22

 

Jesus não tinha nenhuma garantia palpável para que estes quatro homens o seguissem, deixando tudo para trás. A rotina podia ser exaustiva, mas era o que lhes garantia um sustento. A oferta do Senhor era estranha e até arriscada. Nos dias de hoje, muitos não entenderiam esta escolha. As pessoas tem dificuldade de assimilar uma mudança radical. Quem sabe Zebedeu tentou alertar os filhos: “Não abandonem o seu futuro”. Mas estes quatro pescadores arriscaram tudo o que tinham para seguir a Jesus. Nenhum deles pôde mais se conter dentro do barco. O barco se torna pequeno diante de um grande sonho despertado com um chamado tão impactante. Terceiro ponto a destacar seria a coragem de renunciar a sua própria vida diante do chamado:

 

3)    No momento da escolha, os pescadores demonstraram imensa coragem. É preciso “coragem” para enfrentar o desafio, o medo, a incerteza, o risco, e aceitar o chamado. Quem não enfrenta o risco, se frustra. Eles não se preocuparam com o que enfrentariam, onde dormiriam, o que comeriam. O convite de Jesus despertou neles um desejo de mudança do mundo. E eles escolheram fazer parte disso.

 

Jesus chamou aqueles pescadores, conhecendo seus defeitos e sabendo que deveria lapidá-los como a uma pedra bruta. Os humildes pescadores tinham muito a aprender antes de se gloriarem na cruz de Cristo e estarem dispostos cada um a carregar sua própria cruz. Afinal, o chamado de Cristo não vinha com a promessa de apenas tempos bons. A equipe de discípulos formada por Jesus não era de homens perfeitos, mas de homens com os quais ele poderia contar.

 

O processo de transformação da personalidade de Pedro

 

De todos os discípulos chamados por Jesus, vamos destacar Pedro, que tinha peculiaridades importantes para que aprendamos. “Pedro” é a forma grega da palavra aramaica “Cefas”, que significa “rocha”, nome que Jesus deu a Simão. Pedro era de Betsaida, que traduzido significa “Casa do Peixe” e depois foi viver em Cafarnaum, onde vemos o relato de que Jesus vai à sua casa e cura sua sogra. Com seu gênio expressivo, logo se destacou entre os discípulos, sendo comum os relatos em que seu nome é o primeiro da lista: Mt 10.2; Mc 3.16; Lc 6.14; At 1.13.

Acreditava em Jesus. Sob sua palavra lançou a rede ao mar, mesmo após passar uma noite toda trabalhando sem conseguir um peixe sequer. Ouvindo o chamado do mestre, caminhou sobre o mar, mesmo que, depois com o medo, tenha afundado. Impulsivo no falar, Pedro foi o primeiro a reconhecer Jesus como Cristo.

 

Chegando Jesus à região de Cesareia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: “Quem os outros dizem que o Filho do homem é?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, Jeremias ou um dos profetas”. “E vocês?”, perguntou ele. “Quem vocês dizem que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Mt 16.13-16

 

Mas logo em seguida, em sua impulsividade, ousou repreender a Jesus acerca de seu sacrifício próximo. Sendo repreendido por Jesus imediatamente.

 

Desde aquele momento Jesus começou a explicar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse para Jerusalém e sofresse muitas coisas nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e dos mestres da lei, e fosse morto e ressuscitasse no terceiro dia. Então Pedro, chamando-o à parte, começou a repreendê-lo, dizendo: “Nunca, Senhor! Isso nunca te acontecerá!” Jesus virou-se e disse a Pedro: “Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens”. Mt 16.21-23

 

Dois pontos podemos aprender com Pedro aqui:

 

1)    A ousadia de Pedro: dificilmente ele teria chegado onde chegou se não fosse ousado e destemido. Deus precisa de pessoas como Pedro que tenha impulso para fazer sua obra.

 

Mas, em contra partida, podemos salientar mais dois pontos:

 

2)    É preciso considerar que seus impulsos não passem a frente das determinações de Deus. Um obreiro valente e intrépido tem muito em seus valores, mas alguém muito impulsivo precisa sempre estar em vigilância para que não empreste sua boca ao diabo. Às vezes a vontade de fazer e de ver as coisas corretas, torna-nos presas fáceis do inimigo, pois em nossas certezas e experiências, podemos passar à frente de Deus.

3)    Nossas ações e decisões devem estar pautadas na Palavra de Deus, não em nossa vontade. A Palavra de Deus deve ser nossa bússola, e por muitas vezes temos que ser contra nós mesmos, pois a Escritura é uma espada que corta para os dois lados, de cima para baixo e debaixo para cima. O pastor não faz o que quer, mas o que a Bíblia diz; a igreja faz não o que o pastor quer, mas o que a Bíblia manda o pastor fazer. Por isso Deus deu regras e leis para que Moisés conduzisse o povo, não pela sua vontade, mas se submetendo, igualmente, à mesma Palavra com que ensinava o povo.

 

Tão impulsivo era Pedro, que respondia até mesmo à frente de Jesus. Isto aconteceu quando em Cafarnaum, os coletores de impostos questionaram-no se Jesus pagava os impostos do templo.

 

“Sim, paga”, respondeu ele. Quando Pedro entrou na casa, Jesus foi o primeiro a falar, perguntando-lhe: “O que você acha, Simão? De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros?” “Dos outros”, respondeu Pedro. Disse-lhe Jesus: “Então os filhos estão isentos. Mt 17.25,26

Pedro afirmou sem perguntar a Jesus o que deveria responder. O mestre disse a ele que fosse ao mar com um anzol. Pedro era pescador de enfrentar o mar agitado, pescar com a rede, puxar muitos peixes; mas Jesus o manda ir apenas com um anzol, testando sua paciência. Além disso, diz que, dentro da boca do peixe que pescasse, estaria uma moeda para pagar o imposto dos dois. Pedro teria que acreditar na possibilidade do impossível acontecer. Jesus estava tratando a impulsividade do discípulo.

 

Outros pontos a se salientar:

4)    Jesus Estava ensinando Pedro a ser submisso e paciente. A submissão faz com que o obreiro cresça em autoridade e honra. A paciência produz experiência.

 

Outra lição muito importante nesse episódio:

5)    Pedro estava aprendendo a resolver o problema que causara, sob a direção do Senhor.

 

A impaciência de Pedro é demonstrada na pergunta que faz a Jesus em Mateus 18.21 “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?”. Vemos claramente que ainda não estava pronto a perdoar, pensando até no limite para o perdão.

Pedro também reagia sem pensar. Quando Jesus estava sendo preso, ele reagiu ferindo Malco, decepando-lhe a orelha. Jesus ordenou que ele guardasse a espada. Pois por muitas vezes já havia dito que esta hora chegaria e era a vontade de Deus.

No momento mais difícil, quando Jesus era preso e julgado, o medo se apoderou de Pedro e, na sua fraqueza, negou ao Senhor três vezes.

Jesus sabia que podia contar com Pedro, mas houve um duro processo de aprendizagem. Foi necessário transformar sua personalidade por completo.

Pedro volta ao mar – A mudança radical e estabelecimento do chamado

 

O momento crucial para a transformação completa de Pedro, foi o olhar de Jesus após tê-lo negado três vezes.

 

O Senhor voltou-se e olhou diretamente para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra que o Senhor lhe tinha dito: “Antes que o galo cante hoje, você me negará três vezes”. Lc 22.61

 

Durante toda a caminhada ao lado de Jesus, Pedro se declarou defensor do mestre, que não deixaria nada lhe acontecer, que estaria com ele em qualquer situação. Mas quando o momento difícil chegou, o que realmente ele sentiu foi muito medo. Desistira de tudo para seguir a Jesus, demostrou essa coragem inicial, e fracassou no momento mais importante. Pedro afirmara que jamais negaria o mestre, mas no momento do perigo, o fez tranquilamente, para livrar sua pele. O olhar de Jesus foi como uma espada na alma de Pedro. O Senhor estava fazendo com que ele se conhecesse melhor, encontrasse dentro de si seus defeitos, suas mentiras, suas imperfeições. O olhar de Jesus foi um despertar. E isto fez com que Pedro chorasse amargamente. Muitas vezes Jesus nos confronta com nosso eu para nos transformar. O choro amargo era o arrependimento. Pedro estava se enxergando através do olhar do mestre.

Com a morte de Jesus, Pedro volta ao mar, volta a ser pescador. E é ali que ele tem o recomeço de sua história.

 

Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não o reconheceram. Ele lhes perguntou: “Filhos, vocês têm algo para comer?” Eles responderam que não. Ele disse: “Lancem a rede do lado direito do barco e vocês encontrarão”. Eles a lançaram, e não conseguiam recolher a rede, tal era a quantidade de peixes. O discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Simão Pedro, ouvindo-o dizer isso, vestiu a capa, pois a havia tirado, e lançou-se ao mar. Jo 21.4-7

 

Pedro voltara frustrado para o mar. Havia negado a Jesus e o mestre estava morto. A frustração de Pedro não o deixou lembrar das palavras de Cristo de que ressuscitaria. Ele não ficou em Jerusalém esperando o grande acontecimento, mas voltou para a Galileia. Talvez Pedro estivesse decepcionado consigo mesmo.

Quando João grita “É o mestre”, Pedro vê a grande chance de recomeçar. Ele se veste e se joga nas águas. Nem esperou o barco voltar à margem, mas decidiu ir nadando ao encontro de Jesus. Era pureza de um menino estampada nele! Sabia que seu último momento com o Senhor tinha sido vergonhoso.

Calado, juntamente com os outros, Pedro humildemente arrastou os peixes para fora do barco e sentou-se com Jesus. Um lindo diálogo aconteceu. Mesmo conhecendo seu discípulo, sabendo que ele o havia negado, Jesus dá uma nova e honrosa chance a Pedro.

 

E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros. Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Jo 21.15-17

 

Três vezes Jesus pergunta, três vezes Pedro responde. Talvez ainda encabulado, pois agora ele se conhecia. Não se achava digno de estar diante do seu mestre, mas estava realmente arrependido de seus erros. Pedro afirma “tu sabes”, pois realmente Jesus conhecia o interior e o amor de seu discípulo. E por conhecê-lo bem, sabia que agora estava pronto e aprovado para cumprir o seu chamado. Nem mesmo Pedro sabia a dimensão de tudo o que viveria e nem a extensão da coragem que teria no futuro. Ele havia sido lapidado e transformado. No mar foi chamado e, de volta ao mar, foi transformado. E é interessante notar que Jesus volta ao mar no mesmo lugar onde outrora havia chamado Pedro; como um filme que volta ao começo, mas agora com um novo fim. É como se Jesus quisesse mostrar a ele (Pedro) o que parecia o fim, é o recomeço.

 

Conclusão

Voltar ao mar é voltar às primeiras obras e ao primeiro amor. A lembrança de onde começou nosso chamado, é a lembrança de quando ouvíamos a voz de Deus em nossos corações e sentíamos arder. Na volta ao mar, Jesus recomeça sua obra em Pedro, que, quiçá, já havia abandonado seu chamado por causa de sua desilusão consigo mesmo e as vicissitudes da vida, mas o Mestre lhe deu uma nova chance. Pedro de tornaria o pai da igreja, e a maior prova do verdadeiro amor dele para com o seu chamado é que no ano 68, tudo indica que na cidade de Roma, segundo nos conta Eusébio de Cesárea, Pedro seria levado à cruz e teria pedido para ser crucificado de cabeça para baixo por não se sentir digno de ser crucificado como Jesus.

Nossa grande lição é que Jesus não espera que sejamos perfeitos, mas conta com nossa coragem, nossa disposição, nossa intrepidez, nossa ousadia, paciência e submissão, assim como vemos na história de Pedro. Jesus está, hoje, voltando de onde começou nosso chamado, para ser uma oportunidade de recomeçarmos. Jesus volta ao mar para saber onde estão os pescadores de homens dispostos a sofrer e morrer, se preciso for. Voltando ao mar para recomeçar…

 

 

Miss. Juliana Bezko & Ev. Josias Silva

 

Bibliografia

BRUCE, A.B. O treinamento dos doze. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

CURY, A. O Mestre Inesquecível. Jesus o maior formador de pensadores da história.

Rio de Janeiro: Sextante, 2006.

DAVIS, J. Novo Dicionário da Bíblia. Ampliado e atualizado. São Paulo: Hagnos,

2005

JEREMIAS, J. Jerusalém no tempo de Jesus. São Paulo: Paulus, 2010.

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